MocorOscar em Suruacá

Posted on 14 de novembro de 2011 by Elis Lucien.
Categories: Comunicação, Teia Cabocla.

*texto dos oficineiros

Fez parte da programação da X Teia Cabocla a entrega do Troféu MocorOscar aos melhores vídeos de celular  realizados pelas comunidades do Tapajós. Arapiuns e Flona Tapajós. Estiveram presentes autoridades e demais integrantes do Projeto Saúde e Alegria.

A premiação é um incentivo às pessoas para retratar sua realidade, sua experiênica em suas produções de vídeos em celular. Houve também, o desfile das meninas de Suruacá que fizeram a entrega das estatuetas.

Ana Raquel, que entregou o MocorOscar junto com o senhor Luiz Fernando Guggenberg, da Fundação Telefônica, gostou muito da experiência e relata: “Foi a primeira vez que pisei num tapete vermelho”.

A Rede Mocoronga foi convidada a fazer um vídeo para ser vinculado no programa CQC (Custe o que custar). Este é um programa do jornalista Marcelo Tas que passa na TV Bandeirantes, e tem grand e audiênica. O programa é engraçado e faz piada com políticos muitas críticas com humor.

* Oficineiros

(Daniela Melo, 17 anos/Suruacá; Salim Amorim dos Santos, 14 anos/Prainha; Jucyneide Sousa Santos, 16 anos/Pedreira; Ketylem dos Santos Siqueira, 16 anos/Pedreira; Patrícia Sousa Gonçalo,14 anos/Pedreira; Elton Jhon, 16anos/Paricatuba).

Jornal comunitário em foco

Posted on 11 de novembro de 2011 by Elis Lucien.
Categories: Comunicação, Juventude, Teia Cabocla.

Em tempos de Roma, os súditos vinham anunciar as “notícias” em Atas Romanas (tabuletas), de acordo com o interresse monárquico. Era assim que chegava as notícias ao povo da época. Hoje, a situação muda em cada clic. Mas, para informar os jovens participantes e a comunidade de Suruacá na X Teia Cabocla usou-se o Jornal Mural que naquela ocasião foi a dática adequada para levar as informações que aconteciam no grande encontro de comunicação.

Foram em média de 25 jovens representantes dos sucursais rurais que participam da Rede Mocoronga de Comunicação Popular (São Francisco-jornal Sentinela e jornal ZUM,ZUM, ZUM, Vila Brasil-jornal comunitário, Vila Franca-jornal Folha do Tapajós, Cabeceira do Amorim jornal JUBE, Santo Amaro-Jornal Tupanã, Pedra Branca-jornal Amazônia Viva, Samaúmajornal Folha de Samaúma, Vista Alegre do Capixauã-jornal Floresta Nativa, Suruacá –jornal Japiim, Muratuba-jornal Arte vida, Vila Amorim-jornal O Papagaio, Enseada do Amorim, Jauarituba-jornal Pindorama, Nuquini, Paricatuba-jornal O Paricá, Solimões–jornal GRUTESA, Cametá-jornal Fonte Cametaense, Acaratinga, Maguari-jornal Mauari, Pedreira-jornal O Diário, Piquiatuba-Piquiá, Prainha-jornal Tapajós, Urucureá-jornal Cabocla, Aminã-jornal Aminã Hoje) e tiveram a oportunidade de relatar, avaliar e traçar metas na perspectiva de alavancar a rede comunitária ribeirinha.

A redação do jornal relatou, avaliou e traçou metas para 2011, acompanhe algumas metas: Ampliar o números de edições por comunidade e trabalhar temas transversais na área da educação, meio ambiente e saúde.

 

Piracaia temática na Rede Mocoronga

Posted on 10 de novembro de 2011 by Elis Lucien.
Categories: Comunicação, Juventude, Teia Cabocla.

Por: Rosemara Castro, Jornal Cabocla da comunidade de Urucureá.

O segundo tema da Piracaia Temática foi a Rede Mocoronga. “Como vamos? Balanço da Rede”. Foram apresentados três painéis com os gráficos dos dados da realidade atual da Rede de como está sendo a participação das comunidades em todos os setores (jornal, rádio, telecentros e vídeo celular) e como as outras pessoas que não estão nas comunidades, como está sendo os envios dos jornais para a sede do Projeto Saúde & Alegria e a participação na programação das rádios nas comunidades e a participação das mesmas no programa de rádio da Rede Mocoronga aos sábados na Rádio Rural de Santarém .

Após essas apresentações a platéia foi divididas em grupos e cada um pensou em duas perguntas de grande importância: Qual o futuro, o sonho que desejam para a Rede? O que precisa ser feito para que esses sonhos se tornem realidades? Ao final da discussão, cada grupo apresentou os resultados para o grupão. Foram cinco sonhos: 1 – Comunicação para todos; 2 – Ampliação da Rede e integração nas outras emissoras como AM e FM e que todas comunidades possam participar; 3 – Expansão da Rede para o mundo; 4 – Ampiar o sistema de telecentros; 5 – Melhoria das rádios comunitárias.

Para que esses sonhos possam se tornar realidade os grupos pensaram: que se as comunidades se responsabilizam em trabalhar em conjunto com as outras comunidades e serem persistentes em não desanimar. Com certeza em um futuro bem próximo, eles poderão ser realidade; assim como, já existem em algumas comunidades várias conquistas a partir do momento que a comunidades se propôs em se mobilizar de forma participativa.

 

O Mocoroscar

Posted on 3 de novembro de 2011 by Paulo Lima.
Categories: Amazônia, Comunicação, Cultura digital, Teia Cabocla.

E o famoso e desejado por todas comunidades MocorOscar ficou pronto.  Esculpido pelo reconhecido artista Romis Pararama, formado em arte tapajoara em Tumbucutú do Oeste, é um dos símbolos das muitas atividades da Teia Cabocla. O MocorOscar é o reconhecimento que os participantes das oficinas de vídeo e vídeo celular da Rede Mocoronga de Comunicação Popular recebem pelo seu empenho e criatividade.  A cerimônia será no próximo sábado, 06 de novembro, as 19hs. O tapete vermelho será estendido no Norte Brasil e os corações estarão batendo forte com a emocionante exibição da produção comunitária e entrega das estatuetas. A Rádio Muiraquitã 100,9 FM transmitirá, com exclusividade, a concorrida solenidade. Acompanhe também pelo twitter @redemocoronga

Magnólio e a cobiçada Estatueta

Jovens ribeirinhos rumo a Suruacá

Posted on by Elis Lucien.
Categories: Amazônia, Comunicação.

A juventude que estava em terras mocorongas já encontram-se à bordo do barco Saúde e Alegria rumo a comunidade de Suruacá que irá sediar o X Encontro da Teia Cabocla. O enconto ja começou nas águas do rio Tapajós rumo a Suruacá. As comunidades de Cachoeira do Aruã, Santi, Pedra Branca, Vila de Boim, Vagalume-Casinha e representantes do Projeto Saúde e Alegria da Caravana de Educação.

X Teia Cabocla em números

Posted on 1 de novembro de 2011 by Elis Lucien.
Categories: Comunicação, Juventude.

A X Teia Cabocla, é o encontro da Rede de Agentes Multiplicadores do ECA e Comissões Locais de Saúde , Comissões de Educação Locais, Monitores de Telecentros e Repórteres comunitários. São dez anos de intercambios entre os rios Tapajos, Amazonas e no final desde ano rio arapiuns com novas comunidades entrando nessa grande teia de informação.

Cerca de treze comunidades da região da Floresta Nacional do Tapajós, localizada no município de Belterra num total de 45 representantes. Vinte e seis comunidades da Reserva Extrativista Tapajós do município de Santarém com 96 representantes e doze comunidades das regiões: Reserva Extrativista Arapiuns e Gleba Lago Grande e Nova Olinda. E quatro monitores dos telecentros das comunidades de Valha Me Deus e Castanhal em Juruti.

Cultura Digital na floresta já é realidade

Posted on 20 de dezembro de 2010 by Fábio Pena.
Categories: Comunicação, Cultura digital.

Tema foi debatido no encontro da Teia Cabocla, com participação de Jader Gama, do Projeto Puraqué

Estar à frente de um computador pela primeira vez. Falar com um parente distante com o telefone celular. Publicar uma foto ou vídeo em redes sociais, diretamente de uma comunidade do rio Tapajós. Experiências que cada vez mais são vistas em nossa região.

Nos últimos anos, várias iniciativas vêm proporcionando a inclusão das comunidades na sociedade da informação. A implantação de telecentros da Rede Mocoronga e a chegada da conexão 3G com o apoio da Vivo, vem abrindo novos horizontes para os ribeirinhos, possibilitando interagir com a “outra margem do rio”.

Cultura Digital entendida como um processo onde as pessoas desenvolvem as habilidades de se comunicar a partir do uso das tecnologias digitais, desde o local em que vivem até o global no espaço que chamamos de sociedade da informação. Mas como fazer com que essa cultura digital que começa chegar nas comunidades, possa ter também o jeito da cultura local?

O encontro da Teia Cabocla, foi um fértil laboratório que mostrou que isso já está acontecendo nas comunidades. Na tarde do dia 18/12, o diálogo começou com a participação de Jader Gama, do Projeto Puraqué, grupo de ativistas da inclusão digital e do software livre, um dos parceiros do Saúde & Alegria no Pontão de Cultura Digital do Tapajós.

De forma bastante motivadora, Gama interagiu com os participantes de diferentes comunidades. “Na realidade atual, o centro do mundo é onde você está. Não importa se você vive em São Paulo, em Belterra ou Capixauã. Se a gente tem equipamento tecnológico, conexão e conhecimento, quem é que disse que não podemos ter alguém documentando e divulgando para o mundo a cultura da comunidade”. Gama vai além. Ele acredita que não basta apenas as pessoas terem acesso aos meios, aos equipamentos, mas também que elas precisam entender como os sistemas funcionam. “Quem é que disse que não podemos ter um jovem montando programas de computador numa comunidade ribeirinha?”, pergunta lançando um desafio.

Em Suruacá, no Rio Tapajós, funciona desde 2003 o primeiro telecentro da Rede Mocoronga, com acesso à internet via programa GESAC do Governo Federal. Lá os moradores já sabem muito bem a diferença que faz estar incluído no mundo digital. “Essa revolução nós já estamos vivendo”, conta o jovem Nilson Correia, um dos monitores do telecentro e também locutor da rádio comunitária local, a Rádio Japiim. “Nós podemos baixar músicas da internet e melhorar a programação da nossa rádio. Também podemos divulgar notícias para a comunidade em tempo real. E ao mesmo tempo, divulgar nossas notícias no blog da comunidade”, comemora.

Mas há muitos desafios para promover a cultura digital nas comunidades ribeirinhas. Somente a Rede Mocoronga possui seis novos telecentros com infra-estrutura implantada a mais de um ano, que  aguardam a conexão do Programa GESAC. Apesar disso, Paulo Lima, coordenador de Inclusão Digital do Saúde e Alegria, tem boas expectativas. “O governo federal lançou o programa Telecentros Br, que vai apoiar a consolidação dessa rede e implantar 50 novos telecentros em nossa região. O programa vai ter também bolsas para ajudar na formação dos monitores dos telecentros”.

Circo Mocorongo: esquete mostra importância co celular nas emergências

Além dos telecentros, as comunidades estão experimentando o uso dos celulares com conexão 3G, possibilitado com a implantação de duas antenas da VIVO no Tapajós. Uma em Belterra e outra em Suruacá. E é nas coisas do dia a dia que podemos entender melhor o que significa cultura digital na floresta. O Jovem Aluízio Nunes de Souza, da comunidade de Paricatuba, rio Tapajós, contou que no primeiro dia em que receberam o celular comunitário 3G, não acreditavam que iria funcionar na comunidade. Por isso, “fomos testando durante toda a viagem no barco, ligando para as pessoas. Quando chegamos na comunidade, que surpresa, o celular deu sinal positivo!” Naquele mesmo dia, o equipamento já mostrou sua serventia. “Uma pessoa estava doente na comunidade e tivemos que chamar a ambulancha da prefeitura” Se não tivesse essa comunicação, a vida de uma pessoa poderia estar em perigo.

O mesmo smartphone que Aluízio usou para pedir socorro para a pessoa doente, pode ser usado para fotografar e filmar o dia a dia da comunidade. Hoje a Rede Mocoronga já conta com seis grupos capacitados para a produção de vídeos, que podem ser assistidos no youtube. Agora a expectativa é que essa produção aumente.

No encontro da Teia Cabocla, aconteceu a primeira oficina para a produção audiovisual com smartphones. A experiência já mostrou a diversidade de conteúdos que vem por aí.  Os participantes da Teia Cabocla vão poder participar do 1o Concurso de Cultura Digital com o tema: “O que é cultura na minha comunidade”. O resultado sai em fevereiro. É esperar para ver que debaixo da floresta da gente, tem gente filmando, fotografando e caindo na rede.

Nuquini, berço de amizade

Posted on 18 de dezembro de 2010 by raynuquini.
Categories: Comunicação, Cultura digital.

Pela primeira vez que estou participando de uma oficina da Teia Cabocla e pra mim está sendo muito bom, pois estou ampliando mais um pouco o meu conhecimento sobre as tecnologias e também conhecendo várias pessoas de várias comunidades ribeirinhas. A minha comunidade ainda não têm internet e no momento só o telecentro funciona diariamente para formação de crianças e jovens da comunidade. Esse espaço é composto por quatro computadores, uma impressora e um rádio amador, que hoje vem sendo usado como uma ferramenta que facilita a formação de uma rede de comunicação entre os jovens das comunidades visinhas, facilitando assim o acesso a novas informações de lugares diferentes.

Na comunidade já somos mais de 25 habitantes, na qual existem diversas entidades. Sendo que umas delas é o grupo de jovens (JONOF) de Nuquini, que em parceria com PSA já conseguiu vários projetos bons para a comunidade. A Teia Cabocla vem possibilitando a comunicação entre as comunidades de uma forma bem interessante, tendo o blog comunitário como ferramenta de divulgação da cultura local, troca de informação e experiências. Participei de uma oficina de comunicação comunitária, onde pude aprender a usar o blog como ferramenta de aprendizado e troca de experiência.

suruacá participa de mais uma teia cabocla.

Posted on by Arley Castro.
Categories: Comunicação, Sem categoria.

Está ocorrendo mais uma, Teia Cabocla em Emaús onde suruaca e outras comunidades ribeirinhas estão participando.No decorrer do encontro está sendo realizadas oficinas de blogs,dispositivos celulares,jornas.

Vila de Boim participa da IX Teia Cabocla

Posted on by joares.
Categories: Comunicação, Cultura digital, Juventude.

Eu sou da Vila de Boim, e estou participando pela minha primeira vez  da Teia Cabocla onde estão participando 104 pessoas tendo comunidades do Tapajós, Arapiuns,  onde está sendo muito interresante.

Eu como um dos participantes estou gostanto bastante onde podemos conhecer coisas novas da nossa tecnologia e também saber o que podemos melhorar para nossa comunidade.

Na comunidade onde eu moro melhorou bastante com o projeto PSA, onde levou projetos de tecnologia e implantou um abastecimento de água.

Portanto esse projeto para as  comunidades ribeirinhas melhorou bastante onde pode melhorar a saúde das pessaos e também dar informação sobre o que ocorre no nosso mundo.